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terça-feira, 7 de setembro de 2010

A manifesta presença de Deus


“Existe um lugar em Teu coração, ó Deus, que ansiamos encontrar, um lugar onde podemos nos esconder e encontrar a Tua verdade. Ó Pai, nos mostre, e nos leve a este lugar." Amém!

A grande necessidade da igreja hoje é a de descobrir, ver, reconhecer e viver em meio a glória inefável de Deus. Uma nova medida de intimidade com Deus é o que precisamos para que os nossos corações sejam completamente capturados e envoltos por Sua constante glória, porém, é necessário que hajam líderes, exemplos, condutores para que possam haver seguidores. Paulo não apenas ensinou o caminho mas trilhou o mesmo, conduzindo gerações e gerações de seguidores. Ele mesmo disse: “Sejam meus imitadores como eu imito a Cristo”.

O mundo não quer religião, e deseja muito menos que alguém lhe diga o que fazer ou deixar de fazer. Não devemos usar palavras persuasivas, e sim a demonstração do poder de Deus. Só o poder de Deus e a atuação constante do Espírito Santo nas vidas dos membros de uma igreja é que irá convencer o mundo de seu pecado levando-o aos pés de Jesus. Hoje em dia existem tantas denominações diferentes, divisões, vexames, erros escandalosos, heresias e amarguras em meio ao chamado “corpo de Cristo”. Há algum tempo estive na Itália e um pastor - líder de uma denominação pentecostal o qual acredita que o avivamento começará em sua igreja - virou para mim e disse: - “Eu sei que isto tudo que tem acontecido nos cultos é e provém de Deus, mas eu não aceito e não quero isto para mim e muito menos para os meus”. Incoerente, porém interessante, não? Alguma coisa está errada em algum lugar. Temos que descobrir o erro e levá-lo ao pé da cruz.

Uma pergunta importante que temos que fazer é a seguinte: “Como podemos nos diferenciar das demais seitas, religiões e credos perante os olhos do mundo? O que diferencia os nossos cultos de qualquer outra reunião social?“ É a presença manifesta de Deus! Aquele que tiver a água da vida para oferecer irá saciar os sedentos. Gostaria de dificultar a questão mas a realidade crua é que só a presença manifesta de Deus irá fazer a diferença. Como conseguir que este poder venha operar em nosso meio? Através da entronização de Deus sobre os nossos louvores e Sua habitação em nosso meio. Isto conseguimos através da verdadeira adoração, do rendimento total, da entrega pessoal e da liberdade total, e sem restrições, dada ao Espírito de Deus para que Ele seja o Senhor Supremo em nossas vidas como em nossos cultos. A nossa oração tem que ser: “Deus, seja DEUS em nosso meio! Eu quero mais de Ti e muito menos de mim!”. Não podemos dar aquilo que não temos. A presença manifesta de Deus é a marca e o sinal distinto que nos diferencia do demais credos. Uma vez que os pecadores notam isto, correm atrás da realidade que todos almejam, a qual é conhecer e servir a um Deus vivo, que transforma, que opera milagres e que ainda revela o Seu amor, a Sua alegria, a paz, o fogo e a glória a quem realmente quiser.

O Espírito Santo tem uma tarefa e tanto a realizar hoje; um quanto difícil. Ele está incumbido de preparar a noiva de Cristo. Baseando-me no que tenho visto em muitos lugares ao redor do mundo, e do Brasil. Contudo, eu garanto uma coisa, a noiva, quando pronta, não será uma noiva rabugenta, triste, destituída de força e poder, adúltera, que vive uma vida de amargura apenas se agüentando da melhor maneira possível até o seu príncipe chegue. Não! Não! Não! A mesma será uma noiva vibrante, maravilhosa, deslumbrante, linda, sorridente, alegre, poderosa, V-I-V-A..., o que me faz lembrar da minha esposa, ó Papai que presente..., uau..., contudo, continuemos...

Muitos têm desejado posições sem ter caráter, poder sem ter autoridade, e a presença de Deus sem pagar o preço. Porém uma posição no reino de Deus só é possível uma vez que assumimos o caráter de Deus em nós mesmos. O poder de sermos testemunhas com manifestações de sinais e prodígios só é alcançado a medida que nós nos rendemos à autoridade do Espírito Santo (Zac. 4: 6). Só se consegue a presença de Deus uma vez que pagamos o preço de termos um coração puro e mãos limpas. Tudo que desejamos está em Deus. Como poderemos ensinar alguém o que não temos aprendido? Como poderemos guia-los onde não temos ido? O mistério do reino é, segundo a epístola de Paulo aos irmãos em Colossos, “Cristo em mim - em nós - a esperança da glória” - (Col. 1: 27).

O mundo jamais notará que estivemos com Jesus se de fato não tivermos tido com Ele. Entretanto, ninguém terá de perguntá-lo: “Onde você estava?”, tendo estado com Ele, com o grande Eu sou, pois a diferença será evidente. Qual foi a diferença, notada pelos filhos de Israel, na pessoa de Moisés, uma vez que ele desceu do monte Sinai, após estar com Deus? O seu rosto brilhava. Sabemos aonde temos que ir contudo o nosso problema, infelizmente, é chegar lá! A pureza de coração não é uma situação onde fazemos ou deixamos de fazer, e sim um clamor contínuo, e um anseio melindroso, que requer uma atitude constante de querer ser agradável aos olhos de Deus! Tudo o que eu faço, digo, sou tem que expor a pureza divina que há em mim. Antes de ser proferido pelos lábios tem que gerar raízes no coração.

Deus quer que tenhamos a eternidade em nossos corações. Viver não apenas pelo hoje e sim pela eternidade evitando assim a “crise de santidade” – santo, dia sim, dia não. Tenho sentido recentemente a necessidade de compartilhar isto com os sedentos pela verdade, pois a verdade nos liberta, não é mesmo? A medida que viajo ao redor do Brasil, e do mundo, tenho visto, e sentido, que muitos não entendem a respeito desta pequena palavra intrigante, e ao mesmo tempo de potência explosiva: Adoração.

Caro leitor, estaremos usando este espaço a cada mês para esclarecer um pouco mais – segundo a capacitação do Amado de nossas almas – para esclarecer um pouco quanto a verdadeira adoração. Deus Pai está à procura de verdadeiros adoradores. E ai, vamos realizar os Seus sonhos?

Aproveite toda e qualquer oportunidade que você tiver de se perder na presença de Deus. O homem falha, Deus, nunca falha!

Aos seus pés


Por: David M. Quinlan
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