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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Em Busca do Homem Forte


Necessitamos urgentemente de lideranças políticas mais fortes

O cenário é Davos, na Suíça, um local de esportes de inverno e de repouso dos super-ricos em meio à neve. Nas ruas se vêem grandes Mercedes com vidros fumê, mulheres elegantes em casacos de visom e soldados do exército suíço. Os últimos porém, até onde pude constatar, não usam punhais decorativos, mas metralhadoras de verdade. Um ambiente estranho para a política? Não, pois se existe algo como um governo mundial, uma elite global, então ela se encontra aqui, onde uma vez por ano os pesadelos de adeptos das teorias de uma conspiração mundial se tornam realidade: o Fórum Econômico Mundial, organizado por um patriarca suíço chamado Klaus Schwab, reúne um seleto grupo de políticos, de Al Gore a Nelson Mandela, de Gordon Brown a Yasser Arafat; megaempreendedores como Bill Gates e centenas de "Mestres do Universo" que comandam grandes bancos, empresas de computadores e fábricas de equipamentos. Juntamente com dezenas de autores, economistas, cientistas e representantes governamentais, realiza-se uma troca livre de idéias sobre a situação do mundo. Estabelecem-se contatos, novas preocupações são discutidas, negócios privados são fechados. Mas o que há de novo nisso?


Saí desse encontro bastante abalado: é possível que tempos ruins estejam se aproximando. A economia americana ainda continua crescendo de maneira excepcional, e esse desenvolvimento impede uma recessão mundial. Mas os Estados Unidos gastaram as suas economias. Bancos americanos concederam empréstimos inquietantemente altos a países com economias quebradas, e o déficit da balança comercial dos americanos com o resto do mundo chega a 300 bilhões de dólares – ele é tão alto como nunca foi antes. Especialistas do governo americano temem por um retorno das antigas barreiras comerciais. Por isso, cabe aos sistemas econômicos da Europa a responsabilidade de proporcionar um crescimento contínuo, protegendo o resto do mundo de uma derrocada econômica. Mas isso realmente ocorrerá? Temo que o novo Banco Central da Europa, diferentemente do Banco da Inglaterra, adote medidas duras demais contra a inflação. Justamente agora que o mundo precisa de um rápido crescimento da União Européia, este será mais lento.


Mas tanto para o nosso bem-estar geral como também para a nossa segurança, necessitamos urgentemente de lideranças políticas mais fortes. Necessitamos delas na Europa, para que sejam adotadas as medidas políticas corretas para um maior crescimento. (The Express)


Aqui nem se faz a tentativa de encobrir a verdade. O mundo, e especialmente a Europa, necessita de maior firmeza das lideranças políticas, ou melhor, precisa-se de uma personalidade política forte no comando. De acordo com nosso entendimento sobre o desenrolar dos acontecimentos na Europa e no mundo, essa personalidade de pulso firme já está sendo preparada. Trata-se do anticristo, sobre o qual lemos em Apocalipse 13.1-4: "Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão (Satanás) o seu poder, o seu trono e grande autoridade. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?" É possível que seja mais tarde do que imaginamos!


Por: Arno Froese

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