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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Admissão de desconhecimento sobre a formação do Universo

 “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres. E o filho do homem, que o visites?” (Sl 8.3-4).

 
Uma nova teoria sugere que após “apenas” meio bilhão de anos de completa escuridão que seguiu o Big Bang (Grande Explosão), o princípio teórico do Universo, ocorreu uma multiplicação acelerada de estrelas, semelhante a uma queima de fogos de artifício através dos céus.

Essa opinião se baseia na análise de galáxias muito tênues nas profundezas mais distantes do Universo que já foram capturadas por um telescópio. Ela sugere que houve uma erupção de estrelas rompendo a escuridão nessa fase relativamente precoce dos 15 bilhões de anos de história do Universo.

Esse estudo de Kenneth M. Lanzetta, da Universidade Estadual de Nova Iorque, contradiz a crença usual de que a formação das estrelas começou lentamente após o Big Bang e alcançou seu clímax somente 5 bilhões de anos mais tarde. (The State)

 
Contrariamente à maioria dos relatos sobre a evolução, que empregam termos como “ciência”, “constatação científica”, etc., dando a impressão de certezas sobre a formação do Universo, este artigo revela a completa perplexidade dos que fizeram o estudo. Expressões como “princípio teórico”, “uma nova teoria sugere”, “crença usual”, refletem a admissão do desconhecimento a respeito de como ela aconteceu.

 
Na verdade, as primeiras nove palavras da Bíblia contêm a explicação: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Sobre os homens que, apesar das evidências, rejeitam o Criador, Paulo diz em Romanos 1.18-22: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos”.


Por: Arno Froese

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