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domingo, 14 de maio de 2017

Boletim Informativo PIB Ano XXXVIII - Nº. 32 - 14/05/2017


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domingo, 7 de maio de 2017

O Significado do Israel Moderno


Trarei de volta Israel, o meu povo exilado, eles reconstruirão as cidades em ruínas e nelas viverão. Plantarão vinhas e beberão do seu vinho; cultivarão pomares e comerão do seu fruto. Plantarei Israel em sua própria terra, para nunca mais ser desarraigado da terra que lhe dei, diz o Senhor, o seu Deus” (Amós 9.14-15, NVI).

O Estado de Israel moderno está sob ataque, não apenas por parte dos muçulmanos, mas também, e cada vez mais, dos chamados evangélicos, especialmente dentre aqueles que têm 35 anos ou menos. Uma geração atrás, era praticamente sinônimo ser pró-Israel e evangélico. Contudo, com a chegada do chamado “cristianismo pós-moderno”, tornou-se mais importante ser relevante para a cultura pagã do que ser bíblico em determinadas questões. E o mundo está cada vez mais encontrando motivos para se opor a Israel enquanto, ao mesmo tempo, esse mesmo mundo está se tornando cada vez mais anticristão.

O Que Diz a Bíblia?
Por todo o Antigo Testamento, Deus diz que a terra que conhecemos como Israel é para os descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó – ou seja, os judeus. Todos os profetas do Antigo Testamento, exceto Jonas, falam de um permanente retorno dos judeus à terra de Israel. Em nenhum lugar no Novo Testamento essas promessas do Antigo Testamento são mudadas ou negadas. Na verdade, elas são reforçadas por algumas passagens do Novo Testamento. Walter Kaiser observa que “o autor de Hebreus [afirma] (Hb 6.13,17-18) (...) [Deus] jurou por Si mesmo quando fez a promessa: para mostrar quão imutável era Seu propósito”. Paulo diz sobre as promessas a Israel: “Pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis” (Rm 11.29, NVI).

A única base legítima para os judeus reivindicarem o direito à terra de Israel vem da Bíblia. Na verdade, se não fosse pela história bíblica de Israel, quem sequer saberia associar o povo judeu com a terra de Israel? É precisamente porque Deus associa o povo judeu à terra que a deu a ele – localizada no Oriente Médio de hoje – e podemos ter atualmente um movimento conhecido como Sionismo, seja por motivos religiosos ou políticos. Os detratores do Sionismo têm de tentar mostrar que a promessa da terra de Israel que Deus fez aos judeus foi, de certa forma, invalidada. Quantos, durante anos, têm tentado provar exatamente isso! Mas a Palavra de Deus fala mais alto do que as estridentes vozes de todos eles combinadas. Isso não pode ser provado através de uma interpretação indutiva da Bíblia, Antigo ou Novo Testamento. O argumento mais comum em nossos dias é dizer que de alguma forma Jesus deserdou os judeus de sua terra porque Ele trouxe salvação para os gentios e para a Igreja. Que ridículo!

A causa do Sionismo se mantém ou cai com base naquilo que a Bíblia ensina sobre Israel e sobre a terra de Israel. É verdade que uma causa justa em favor de Israel pode ser apresentada em diferentes bases, mas, em última instância, ela se reduz àquilo que Deus pensa sobre esse assunto, da forma que foi comunicado através de Sua Palavra infalível e de autoridade – a Bíblia.

A Moderna Nação de Israel
O Antigo Testamento fala sobre dois reajuntamentos de Israel nos tempos do fim. O primeiro está ocorrendo agora, antes da Tribulação, à medida que os judeus retornam para sua terra, essencialmente em incredulidade. Por que estão voltando em incredulidade? Estão voltando em incredulidade porque o propósito da Tribulação (a 70ª semana de Daniel) é levar à conversão da nação para que creia em Jesus como seu Messias. Desta forma, a pessoa deve ser incrédula para se tornar crente, como é o propósito bíblico da Tribulação para a nação de Israel. O outro reajuntamento dos tempos do fim ocorrerá depois que a nação tiver se convertido a crer em Jesus como seu Messias, na Segunda Vinda.
Antes que os eventos da Tribulação possam acontecer, os judeus de todas as partes do mundo deverão retornar à terra, exatamente como vemos que está acontecendo agora com o Estado de Israel moderno. Isto logicamente não significa que todos os judeus do mundo têm que voltar para Israel. 

Mas significa claramente que muitos do povo judeu devem retornar à sua antiga terra natal para que haja uma nação para cumprir esses eventos pré-ordenados. As profecias sobre o final dos tempos nas Escrituras são construídas sobre o pressuposto de que Israel tanto estará reunido em sua terra como estará funcionando como nação, exatamente como vemos que está acontecendo no Estado de Israel moderno. Também parece que Israel deve ter algum grau de controle sobre Jerusalém, uma vez que seu Templo será reconstruído até a época da metade da Tribulação. Também, as duas testemunhas que aparecerão na primeira metade da Tribulação parece que realizarão algumas de suas atividades dentro da circunvizinhança desse Templo reconstruído.

As implicações de Daniel 9.24-27 são inequívocas. “Com muitos ele [o Anticristo] fará uma aliança que durará uma semana [uma semana de anos, ou seja, sete anos]”. Em outras palavras, o período de sete anos da Tribulação começará com a assinatura de uma aliança entre o Anticristo e os líderes de Israel. Obviamente que a assinatura desse tratado pressupõe a presença de uma liderança judaica em uma nação judaica. Esse Estado judeu deve existir antes que o tratado seja assinado.

Então, para resumir, a lógica segue o seguinte caminho: a Tribulação não pode começar até que a aliança de sete anos seja feita. A aliança não pode ser realizada até que haja um Estado judeu. Portanto, um Estado judeu deve existir antes da Tribulação e o Estado de Israel moderno foi trazido de volta à existência a fim de cumprir com esse papel.

Em vista de tudo isso, creio que o propósito principal para o reajuntamento de Israel se relaciona diretamente com o pacto de paz com o Anticristo, como descrito em Daniel 9.24-27.

Para que tal tratado seja viável, os judeus têm que estar presentes na terra e ser organizados em um Estado político. E desde 1948, eles estão presentes na terra e são organizados em um estado político. É este milagre moderno – algo inusitado na história – que nós, nossos pais e nossos avós têm testemunhado, e que vai se desdobrando diante dos nossos olhos. Um povo da Antigüidade e espalhado pelo mundo retornou à sua terra natal depois de quase dois milênios, tornando possível a aliança de Daniel 9.24-27 pela primeira vez desde o ano 135 d.C.

Como resultado, o palco está montado para o acontecimento que detonará a Tribulação e introduzirá os dias finais do mundo da forma que o conhecemos. E para o desapontamento daqueles que são opostos à teologia sionista, o Estado moderno de Israel está exatamente nessa posição. Isso indica verdadeiramente que estamos próximos do fim dos dias.

Israel: o Supersinal de Deus Para o Fim dos Tempos
Quando pensamos sobre o reajuntamento mundial inusitado e o também inusitado restabelecimento da nação de Israel, somos estimulados a olhar mais de perto para todas as manchetes internacionais. Agora que Israel está equilibrado no exato ambiente exigido para a revelação do Anticristo e para o início da Tribulação, começamos a perceber que eventos profeticamente significativos estão acontecendo em todo o mundo. O globalismo, a União Européia como precursora do Império Romano Reavivado, a Rússia e o Irã em aliança contra Israel, e muitos outros indicadores, estão crescendo a cada dia. Diz-se até mesmo que o renomado teólogo liberal Karl Barth afirmou, quando Israel recapturou Jerusalém, em 1967: “o cristão moderno deve ler com a Bíblia em uma das mãos e o jornal na outra”.

John F. Walwoord disse: “Dos muitos fenômenos peculiares que caracterizam a presente geração, poucos eventos podem reivindicar significado igual, no que se refere à profecia bíblica, ao do retorno de Israel à sua terra. Esse fato constitui uma preparação para o fim dos tempos, o estabelecimento da futura vinda do Senhor para Sua Igreja, e o cumprimento do destino profético de Israel”.[8]

Conclusão
O Estado de Israel moderno é profeticamente significativo e é claramente parte do plano profético de Deus. Rejeitamos direta e biblicamente a falsa noção de que o Estado de Israel moderno não seja profeticamente significativo. Como cristãos bíblicos, alinhemo-nos ao lado de Deus para apoiar Sua nação e Seu povo escolhido, Israel. Maranata!




Por:Thomas Ice — Pre-Trib Perspectives

Israel: O maior sinal da breve vinda de Jesus


Através das profecias contidas nas Escrituras, o Senhor Jesus Cristo nos deixou o maior sinal possível de Sua vinda para arrebatar Sua Igreja no final dos tempos. Ele, sendo “o espírito da profecia”, acrescentou informações mais significativas e detalhadas do que qualquer um dos profetas do Antigo Testamento. Tenha sempre em mente ao estudar o Sermão do Monte das Oliveiras, em Mateus 24 e 25, que Ele estava respondendo à pergunta especial dos discípulos: “E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?” (Mt 24.3, NVI).

Em Sua resposta, Ele delineou por inteiro os acontecimentos dos tempos do fim, que compreendem os “últimos dias” ou “o final dos tempos”. É importante observar que Ele nunca repreendeu os discípulos por fazerem tal pergunta, mas, pelo contrário, entrou em maiores detalhes ao lhes responder.

Por isso, podemos concluir que não é possível sabermos “o dia e a hora” em que Cristo voltará. É razoável e até mesmo natural que façamos a pergunta sobre qual sinal irá nos avisar de Sua breve vinda à medida que o fim se aproxima. Deveríamos então estudar a resposta dEle cuidadosamente, pois podemos muito bem estar vivendo nos dias do fim sobre o qual os discípulos estavam perguntando.

Há muitos sinais “do fim” que deveremos estudar nos próximos meses, mas nenhum deles é mais significativo do que o sinal específico que Ele deu em resposta à pergunta dos discípulos no Monte das Oliveiras, registrado em Mateus 24 e 25. Antes de tratarmos do sinal, vamos estabelecer o ambiente, pois ele é sumamente importante.

O fato aconteceu apenas cerca de um dia antes do julgamento e da crucificação de Jesus por causa do pecado do mundo todo. Foi, portanto, dentre as últimas palavras que o Salvador proferiu antes de Seu injusto julgamento e da Sua morte compulsória, que Ele sofreu pelos nossos pecados e pelos pecados do mundo todo.

Jesus havia acabado de Se apresentar à nação de Israel e ao mundo como o Messias da Bíblia, mas, mesmo assim, eles O rejeitaram. O problema deles é que queriam alguém que os salvasse do opressivo governo romano mais do que queriam alguém que salvasse suas almas por toda a eternidade.

Ele chorou sobre a cidade pela perda que eles estavam por sofrer, devido ao engano satânico incitado pelos falsos ensinamentos dos fariseus, saduceus e outros líderes religiosos da época. Entretanto, suportou os resultados dessa rejeição com o propósito único de “dar a Sua vida em resgate” dos muitos milhões que finalmente viriam a crer nEle e ganhariam a vida eterna que Ele prometera.

Desta forma O encontramos em Mateus 24, no Monte do Templo, onde os discípulos fizeram-Lhe uma das mais importantes perguntas sobre o fim dos tempos, registrada no versículo 3: “Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? (isto é, a futura destruição do Templo, que havia sido profetizada por Daniel) E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?”. Observe como eles fundiram a destruição do Templo (que aconteceria somente trinta e cinco anos mais tarde), o retorno de Jesus e o fim dos tempos (que ainda não aconteceu, após 2.000 anos). Observe particularmente como eles combinaram a vinda de Jesus com o “fim dos tempos”. Esta última combinação é muitíssimo importante para os alunos de profecia, pois Jesus nunca repreendeu os discípulos por combinarem esses dois acontecimentos. Assim, estamos justificados em concluir que eles aconteceriam em datas muito próximas.

Já era naturalmente bastante para a mente deles que a vinda de Cristo estabelecesse Seu reino terreno, sobre o que esses discípulos judeus O haviam ouvido falar tanto em Seus ensinamentos durante aqueles últimos três anos. Mal sabiam eles que isso não aconteceria até que se passassem séculos após a morte deles próprios.

Dentre as muitas coisas que deveríamos aprender a partir desse grandioso ensinamento profético de nosso Senhor – além dEle ter delineado o plano completo para “os últimos dias” ministrando no Monte das Oliveiras – está o ponto principal que Ele citou em Mateus 24.32-33:
Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas” (NVI).

O fundamental que Ele quer que aprendamos com essa profecia é a parábola da figueira: quando ela começar a mostrar crescimento, estamos chegando perto da época da colheita. Ele está se referindo, é claro, ao propósito principal da existência dela. A maioria dos estudiosos de profecia crê que “a parábola da figueira” é o ensinamento de que Israel deverá ser o foco da atividade do fim. Na próxima edição vamos apresentar detalhes das Escrituras sobre essa parábola.

À medida que eu estudava e orava sobre esta passagem, cheguei à conclusão de que a parábola aqui não se refere a um evento único, mas sim a um processo de eventos sobre Israel (simbolizado pela figueira), processo esse que começou próximo do final do século 19 e continua não apenas até o momento presente, mas também continuará na Tribulação e culminará com a Aparição Gloriosa de Cristo e o estabelecimento do Seu Reino. Outras passagens identificam isto como o Milênio (ou um reino de paz de mil anos sobre o qual Jesus reinará e durante o qual bilhões de almas responderão a Ele em fé). (Ver Ap 19.11-20.15).

Historicamente, isto começou com a migração gradativa dos judeus de todo o mundo, movimentando-se de volta à terra de Israel para possuí-la como sua terra natal nacional. O primeiro passo público nessa direção foi iniciado quando Theodor Herzl, brilhante estudioso e jornalista, organizou o primeiro Congresso Sionista Mundial na Suíça, em 1897. No ano anterior, ele havia acabado de produzir um livro de extraordinária vendagem, defendendo a criação de um Estado Judeu. Os judeus do mundo todo e muitos cristãos defensores de Israel atenderam à sua conclamação em favor de uma terra natal para seu povo.

Herzl foi chamado “O Pai do Sionismo Mundial” naquela conferência, mas morreu tragicamente quatro anos mais tarde, com a idade de 44 anos. Como costumava dizer Paul Harvey: “E agora estamos prontos para o restante da história – a história de Israel”.

O livro de Herzl era sobre o caso do capitão Dreyfus, a história trágica de um oficial do exército francês grosseiramente discriminado, cuja carreira foi destruída pelo ataque anti-semita a um oficial leal, por nenhum crime a não ser o de ser judeu. É interessante que li esse livro enquanto cursava o Ensino Médio e, em minha juventude, percebi o resultado do anti-semitismo de perto e de modo bem feio. Naquela época, eu não conseguia acreditar no ataque satanicamente inspirado contra um judeu em um país secular, que havia sobrevivido à Revolução Francesa para libertar o país da monarquia francesa.

Anos mais tarde, quando escrevia um livro comparando a revolução dos Estados Unidos, em grande parte realizada por homens cristãos interessados em estabelecer uma nação mais baseada em princípios bíblicos do que qualquer outra nação na história do mundo (o verdadeiro segredo da grandeza dos Estados Unidos), verifiquei que secularizadores da Revolução Francesa escreveram uma constituição que permitiu dez revoluções subseqüentes pela liberdade, enquanto que os delegados constitucionais predominantemente cristãos dos EUA escreveram uma constituição que tem sobrevivido há quase 250 anos e nesse tempo houve apenas uma guerra civil, que foi para libertar os escravos e manter o país unido. Seria possível que os colonizadores da América, que foram melhores para os judeus e lhes deram mais apoio do que qualquer outra nação no mundo, tenham colhido as bênçãos de Deus durante todos esses anos... assim como Ele prometeu? Pessoalmente, creio que sim, porque Deus manteve a Sua promessa quando Ele apresentou o povo hebreu e, subseqüentemente, o povo judeu (Gn 12.1-3).

Então o Senhor disse a Abrão: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que o abençoarem, e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados”” (Gn 12.1-3, NVI).

Na próxima edição analisaremos a inspiradora história da figueira brotando durante o Século 20 – verdadeiramente uma história de milagres sobre a fidelidade de Deus a Israel e ao nosso mundo!  



Por: Tim LaHaye — Pre-Trib Perspectives

sábado, 22 de abril de 2017

Mais Escuro Que a Noite


Cientistas têm procurado há muito tempo o mais profundo Preto, para o qual haveria uma série de aplicações industriais. Eles o encontraram na natureza.

Pesquisadores norte-americanos, japoneses e britânicos ficaram bastante surpresos ao olharem pelo microscópio do National Physical Laboratory em Teddington, na Grã-Bretanha: tão preto eles nunca tinham visto. O que estava diante dos seus olhos era o Preto sobre as asas da borboleta azul da montanha (Papilio ulysses). Em contraste, o azul da borboleta traz um particularmente intenso brilho.
Em anos anteriores, os pesquisadores tentaram fazer um Preto singularmente escuro. Eles mergulharam chapas de alumínio em uma solução de níquel e fósforo, depositando depois em ácido nítrico. Foram necessários centenas de experimentos até que ficasse um revestimento extremamente escuro nas chapas. Se fôssemos iluminar uma dessas chapas revestidas, a sua superfície iria absorver quase toda a luz e muito pouco retornaria como reflexo. Mas a borboleta de Ulisses colocou este Preto na sombra. O seu Preto é composto a partir de pequenos tubos microscópicos densamente arranjados, denominados nanotubos. São “armadilhas luminosas” que asseguram que praticamente não haverá reflexo da luz.

A borboleta de Ulisses inspirou o físico nova-iorquino Shawn-Yu Lin. Ele desenvolveu um “nanopreto” que reflete apenas 0,045 por cento da luz que incide sobre ele. Um Preto puro é muito valioso para o revestimento de telescópios e outros instrumentos ópticos, pois sem luz difusa a qualidade da imagem não é afetada. Também na indústria solar são concebíveis aplicações. Um laboratório japonês trabalha no desenvolvimento de um Preto que não absorve apenas a luz, mas também a luz de ondas invisíveis, como o radar. Assim, aviões de combate não seriam mais localizados pelos radares. 



Por:Thomas Lachenmaier — factum-magazin.ch